E ela vinha
sentava ao
meu lado
e dizia
ao meu
ouvido
– num sonho que não tive, e que
por isso se
fez
necessário
que eu
o imaginasse
–
Num quarto
infinito
perto de
onde
o verbo está
escondido,
estávamos
E a ciranda
de ritmo quebrado
ressoava
Ela ao meu
lado
nua e pura
Então o
eterno relance
entre o
dito e o
a se dizer.
Nenhum comentário:
Postar um comentário